Move Up Bookings, juntamente com o Moita Metal Fest e a Mosher Clothing, acaba de anunciar o regresso dos Angelus Apatrida, nome maior do thrash em Espanha.

A banda de Guillermo Izquierdo irá tocar no RCA Club em Lisboa a 19 de maio (primeira edição das MMF Sessions), sendo que irão ser cabeças-de-cartaz da quinta edição do Mosher Fest no dia seguinte.

Os bilhetes irão ser disponibilizados à porta, ou em www.moitametalfest.com e www.mosherfest.com. As bandas de suporte serão anunciadas em breve.

Fundados em 2007 e com uma vertente multi-cultural muito vincada, os Tales for the Unspoken são uma banda de Coimbra com um registo de atuações ao vivo muito rico. Dado que participam no Mosher Fest deste sábado, estivemos à conversa com Marco Fresco, vocalista da banda, e o resultado é o que se poderá ler de seguida…


MOSHER TV – Estão quase a fazer dez anos de existência, com dois álbuns e concertos pelo país, Espanha e Cabo Verde. Como farias um balanço da carreira dos Tales for the Unspoken, até agora?
MARCO FRESCO – Penso que podemos fazer um balanço bastante positivo. Conseguimos gravar dois álbuns, tocar em quase todos os festivais importantes do underground nacional; acho que ainda temos muito para conseguir e é para isso que trabalhamos sempre! Queremos sempre mais!

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Com praticamente duas décadas de existência, os Corpus Christii são um nome incontornável no black metal mundial. A propósito da sua próxima atuação, no Mosher Fest em Coimbra (sábado), entrevistámos Nocturnus Horrendus, que abriu o livro acerca da história da banda, black metal e um pouco mais.


MOSHER TV – Vocês são uma banda com uma longevidade e reconhecimento notáveis. Que principais diferenças (ou semelhanças) sentes na motivação e processos de composição entre a altura em que começaram e os dias de hoje?
NOCTURNUS HORRENDUS – Hoje em dia as coisas são bem diferentes. No início encontrava-me com o Ignis [Nox, teclista e membro fundador] e passávamos dias, se preciso… horas a fio a trabalhar em músicas. Demorávamos oito a dez horas só a programar a bateria no Fast Tracker. Éramos jovens, com disponibilidade, e muito – mas muito – ingénuos, mas isso foi bom; fez com que o fizemos fosse genuíno e puro. E é isso que tento manter, a ingenuidade e a pureza, o sentido puro de como eu vejo o black metal, o seu “core” graúdo e enraizado há já tantos anos.
Acredito no fundamentalismo em que este meio foi criado, nos seus fundadores, os que visionaram isto. Mesmo ter vindo de algo ou do nada, é um meio mágico, e eu mesmo hoje em dia, caio sempre num nevoeiro de fascínio pelo que estou a fazer. Eu e a guitarra ou uma letra, os arrepios no braço, a sombra que se põe sobre mim.
Posso ser mais velho, posso já ter 18 anos de Corpus Christi, mas quando faço algo, sinto como se fosse o meu primeiro dia.

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Provenientes do Porto, os Dementia 13 aglomeram um conjunto de talentos nacionais de inegável qualidade. Este foi um dos motivos que levou à sua “convocatória” no Mosher Fest de novembro. É o motivo que nos leva a entrevistar o guitarrista e mentor do projeto Álvaro Fernandes, uma figura incontornável do underground nacional.

MOSHER TV – Os Dementia 13 são uma “superbanda” portuguesa com membros de outras bandas com grande reconhecimento. Já tocaram em muitos festivais e editaram dois álbuns – quando formaram o projeto, contavas com a projeção que a banda atingiu?
ÁLVARO FERNANDES – Nem contávamos com tanto, nem que fosse tão depressa. Tudo aconteceu muito rápido. Nunca em nenhuma banda minha tinha editado um primeiro trabalho (EP) por uma editora e um ano e meio depois o segundo (álbum) por outra. Foi muito bom o feedback, principalmente lá fora. Como já disse, não estávamos a contar. “Superbanda” por acaso não gosto mas felizmente estava entre aspas 🙂 Sim, desde o início que quisemos contar com a colaboração de várias pessoas do Underground. Fossem músicos, designers, editoras, etc. No que diz respeito a músicos, a ideia foi sempre termos um variado leque de talentos diferentes que pudessem contribuir positivamente para a banda, ainda que com a escassez em Portugal de pessoal dedicado ao Underground e dentro do espírito e sonoridade de Dementia 13. Gravávamos com um baterista e tocávamos com outros dois ou três diferentes. Tivemos vários vocalistas também. Como a banda é um projecto paralelo assumido, achamos que funciona bem assim. E todos aprendemos/evoluímos uns com os outros.

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Mosher Fest – Chapter IV está aí à porta e nos próximos dias iremos fazer a antevisão deste festival com as bandas que participam nesta importante data! Hoje estivemos à conversa com Rui Silva, baterista dos Revolution Within. 

MOSHER TV: Gravaram o último álbum no Golden Jack Studios, em Coimbra. Como foi o processo de composição e gravação?
RUI SILVA: O processo de composição/gravação foi bastante tranquilo; ensaiamos frequentemente para ter as coisas todas prontas para estúdio. Somos cinco pessoas com gostos diferentes, mas lá nos conseguimos entender todos e fazer dez malhas ao gosto de todos! Em relação ao estúdio, não podíamos ter escolhido melhor. O Golden Jack Studios tem todas as condições para fazer grandes trabalhos – o João Dourado é alto mestre.

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