Mosher Fest – Antevisão com Tales for the Unspoken

Fundados em 2007 e com uma vertente multi-cultural muito vincada, os Tales for the Unspoken são uma banda de Coimbra com um registo de atuações ao vivo muito rico. Dado que participam no Mosher Fest deste sábado, estivemos à conversa com Marco Fresco, vocalista da banda, e o resultado é o que se poderá ler de seguida…


MOSHER TV – Estão quase a fazer dez anos de existência, com dois álbuns e concertos pelo país, Espanha e Cabo Verde. Como farias um balanço da carreira dos Tales for the Unspoken, até agora?
MARCO FRESCO – Penso que podemos fazer um balanço bastante positivo. Conseguimos gravar dois álbuns, tocar em quase todos os festivais importantes do underground nacional; acho que ainda temos muito para conseguir e é para isso que trabalhamos sempre! Queremos sempre mais!

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MOSHER FEST – ANTEVISÃO COM DEMENTIA 13

Provenientes do Porto, os Dementia 13 aglomeram um conjunto de talentos nacionais de inegável qualidade. Este foi um dos motivos que levou à sua “convocatória” no Mosher Fest de novembro. É o motivo que nos leva a entrevistar o guitarrista e mentor do projeto Álvaro Fernandes, uma figura incontornável do underground nacional.

MOSHER TV – Os Dementia 13 são uma “superbanda” portuguesa com membros de outras bandas com grande reconhecimento. Já tocaram em muitos festivais e editaram dois álbuns – quando formaram o projeto, contavas com a projeção que a banda atingiu?
ÁLVARO FERNANDES – Nem contávamos com tanto, nem que fosse tão depressa. Tudo aconteceu muito rápido. Nunca em nenhuma banda minha tinha editado um primeiro trabalho (EP) por uma editora e um ano e meio depois o segundo (álbum) por outra. Foi muito bom o feedback, principalmente lá fora. Como já disse, não estávamos a contar. “Superbanda” por acaso não gosto mas felizmente estava entre aspas 🙂 Sim, desde o início que quisemos contar com a colaboração de várias pessoas do Underground. Fossem músicos, designers, editoras, etc. No que diz respeito a músicos, a ideia foi sempre termos um variado leque de talentos diferentes que pudessem contribuir positivamente para a banda, ainda que com a escassez em Portugal de pessoal dedicado ao Underground e dentro do espírito e sonoridade de Dementia 13. Gravávamos com um baterista e tocávamos com outros dois ou três diferentes. Tivemos vários vocalistas também. Como a banda é um projecto paralelo assumido, achamos que funciona bem assim. E todos aprendemos/evoluímos uns com os outros.

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