Entrevista a Diogo Santana (Analepsy)

Os Analepsy são, sem dúvida, um dos maiores casos de sucesso nacional dentro da música extrema, sendo das poucas bandas relativamente recentes que já pisam palcos estrangeiros com uma frequência assinalável. Como tal, a MOSHER TV contactou o frontman Diogo Santana para uma pequena conversa sobre o passado, presente e o futuro da banda.

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“Atrocities From Beyond” foi um sucesso que catapultou a banda ainda mais alto no panorama nacional e mundial. Para quando um novo trabalho e o que novidades podemos esperar no que toca à composição e produção?

Esperamos ter um novo trabalho pronto este ano, estamos a trabalhar para isso, mas oficialmente só em 2019 é que ele poderá, ou não, ser lançado. No que toca à composição e produção vai soar a Analepsy. Vamos ter elementos e ideias diferentes, mas vai respeitar a nossa sonoridade.

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Mosher Fest – Antevisão com Tales for the Unspoken

Fundados em 2007 e com uma vertente multi-cultural muito vincada, os Tales for the Unspoken são uma banda de Coimbra com um registo de atuações ao vivo muito rico. Dado que participam no Mosher Fest deste sábado, estivemos à conversa com Marco Fresco, vocalista da banda, e o resultado é o que se poderá ler de seguida…


MOSHER TV – Estão quase a fazer dez anos de existência, com dois álbuns e concertos pelo país, Espanha e Cabo Verde. Como farias um balanço da carreira dos Tales for the Unspoken, até agora?
MARCO FRESCO – Penso que podemos fazer um balanço bastante positivo. Conseguimos gravar dois álbuns, tocar em quase todos os festivais importantes do underground nacional; acho que ainda temos muito para conseguir e é para isso que trabalhamos sempre! Queremos sempre mais!

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MOSHER FEST – ANTEVISÃO COM CORPUS CHRISTII

Com praticamente duas décadas de existência, os Corpus Christii são um nome incontornável no black metal mundial. A propósito da sua próxima atuação, no Mosher Fest em Coimbra (sábado), entrevistámos Nocturnus Horrendus, que abriu o livro acerca da história da banda, black metal e um pouco mais.


MOSHER TV – Vocês são uma banda com uma longevidade e reconhecimento notáveis. Que principais diferenças (ou semelhanças) sentes na motivação e processos de composição entre a altura em que começaram e os dias de hoje?
NOCTURNUS HORRENDUS – Hoje em dia as coisas são bem diferentes. No início encontrava-me com o Ignis [Nox, teclista e membro fundador] e passávamos dias, se preciso… horas a fio a trabalhar em músicas. Demorávamos oito a dez horas só a programar a bateria no Fast Tracker. Éramos jovens, com disponibilidade, e muito – mas muito – ingénuos, mas isso foi bom; fez com que o fizemos fosse genuíno e puro. E é isso que tento manter, a ingenuidade e a pureza, o sentido puro de como eu vejo o black metal, o seu “core” graúdo e enraizado há já tantos anos.
Acredito no fundamentalismo em que este meio foi criado, nos seus fundadores, os que visionaram isto. Mesmo ter vindo de algo ou do nada, é um meio mágico, e eu mesmo hoje em dia, caio sempre num nevoeiro de fascínio pelo que estou a fazer. Eu e a guitarra ou uma letra, os arrepios no braço, a sombra que se põe sobre mim.
Posso ser mais velho, posso já ter 18 anos de Corpus Christi, mas quando faço algo, sinto como se fosse o meu primeiro dia.

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