Com o Évora Metal Fest à porta, a MOSHER TV fez uma curta entrevista a João Grosso, integrante da organização do festival. Dias 3 e 4 de março, todos os caminhos vão dar ao Complexo de Piscinas Municipais de Évora. Fica também com o alinhamento final.

Quais são as expectativas em relação à próxima edição do EMF?

As expectativas são as mesmas das edições passadas, proporcionar o melhor festival e experiência tanto a artistas, público, como staff dentro daquilo que está ao alcance da organização. Acreditamos que por vezes são os detalhes que fazem a diferença e acredito que estamos no caminho certo para cumprir com os mínimos olímpicos para isso. Aos poucos, o município vai percebendo um pouco do impacto positivo que o festival pode ter na região.

Houve uma maior aposta em bandas internacionais de renome, é uma estratégia a manter para as próximas edições?

A estratégia assenta sobre a ambição em tornar o festival uma referência, não só nacional, como além-fronteiras. A internacionalização do festival é uma consequência dessa nossa vontade, tendo sempre como princípio a qualidade dos grupos e não apenas a internacionalização apenas porque sim.

Onde vêm o festival daqui a cinco anos?

Sinceramente, não sei. O festival cumpre em 2017 a sua sexta edição e tem sido um percurso longo e moroso. Hoje em dia tudo acontece a um ritmo alucinante e o que hoje faz sentido existir, amanhã pode tornar-se completamente supérfluo ou obsoleto. Até ver, e se acharmos que o festival faz sentido continuar a existir, é por ele que batalharemos, tentando sempre melhorar de edição para edição, seja ao nível “nome” das bandas que compõem o cartaz, seja ao nível das infraestruturas de todo o festival. Acho que é geral, o sentimento na organização que não queremos ser “mais um festival” de música pesada em agenda.

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