Os Analepsy são, sem dúvida, um dos maiores casos de sucesso nacional dentro da música extrema, sendo das poucas bandas relativamente recentes que já pisam palcos estrangeiros com uma frequência assinalável. Como tal, a MOSHER TV contactou o frontman Diogo Santana para uma pequena conversa sobre o passado, presente e o futuro da banda.

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“Atrocities From Beyond” foi um sucesso que catapultou a banda ainda mais alto no panorama nacional e mundial. Para quando um novo trabalho e o que novidades podemos esperar no que toca à composição e produção?

Esperamos ter um novo trabalho pronto este ano, estamos a trabalhar para isso, mas oficialmente só em 2019 é que ele poderá, ou não, ser lançado. No que toca à composição e produção vai soar a Analepsy. Vamos ter elementos e ideias diferentes, mas vai respeitar a nossa sonoridade.

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Olá, vocês por aqui? Já não vos vejo desde o 25 de Abril de ’74. Numa tentativa de agradar ainda mais o público-alvo destas crónicas – vulgo, pessoas no mínimo das suas faculdades mentais que apreciam música pesada-, decidi convidar o meu camarada de armas em Moonshade, Daniel Laureano, para me auxiliar na elaboração deste artigo. Por sua vez, este consiste, muito basicamente, num formato diferente e inédito nestas crónicas – uma entrevista a quatro senhoras envolvidas na criação de música extrema de marca lusitana.

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Estamos próximos da próxima edição do Moita Metal Fest [MMF], o que nos motivou a uma entrevista ao principal mentor deste projeto que já se tornou num festival de referência ao nível do underground ibérico.  Hugo Andrade revela detalhes sobre tudo o que há de novo no MMF 2017.

MOSHER TV – Este é um ano de grande afirmação para o MMF, que já vai na 15ª edição. Além da mudança de local, quais são as principais novidades deste Moita Metal Fest?

HUGO ANDRADE – Obrigado à Mosher pelo apoio à promoção do MMF e por ser um parceiro habitual nos concertos que vamos fazendo. Mosher e Moita M&M! A maior novidade é mesmo essa, a mudança de local. Um sítio novo mas com o mesmo espírito. Pelos mais diversos motivos tivemos que sair da Soc. Estrela Moitense mas temos a certeza que com esta mudança iremos fazer um festival melhor a todos os níveis.

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Miguel Tereso tem-se revelado como uma das personalidades do underground nacional mais flexíveis, conciliando o seu papel de guitarrista e compositor nos Primal Attack com as tarefas de produtor no seu Demigod Recordings. Com um futuro promissor pela frente, Tereso esteve à conversa com a MOSHER TV acerca de um presente igualmente rico.

Depois de “Humans”, o álbum de estreia de 2013, surge agora “Heartless Oppressor”. Como foram estes quatro anos, entre os lançamentos dos dois álbuns?

Antes de mais obrigado, pelo vosso interesse no nosso trabalho e por me receberes na MOSHER TV. Ora, quando o “Humans” saiu em 2013 estivemos cerca de dois anos a correr as “aldeias” todas do país e a divulgar a nossa mensagem pela estrada. Chegando ao fim desse período, começámos a cortar nos concertos e a entrar em “modo composição”, o qual se tornou muito mais longo que o que antecipámos devido ao investimento que fizemos em trabalhar os temas da melhor maneira possível, sem pressas. Foi uma jornada que exigiu imenso esforço e dedicação, mas olhando para trás valeu a pena, sem dúvida.

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Diretamente da Catalunha, os Bellako apresentam um hardcore musculado e estreiam-se este sábado em Portugal. A propósito do concerto no Metalpoint (com In Vein e Outcast), estivémos à conversa com o vocalista Rober e o baixista Reno. Fica com a entrevista e aparece no evento!


Os Bellako começaram em 2010 na Catalunha e tocavam punk, certo? Contem-nos um pouco da vossa história, a evolução do vosso som e a origem do nome!

Claro. Começámos a tocar uma espécie de punk, mas as mudanças fizeram-se cedo, devido às nossas tendências metaleiras. Temos tentado evoluir a nossa sonoridade de acordo com a nossa atitude. Cada pequena mudança que fazemos são grandes passos. Em relação ao nome, escolhemos Bellako porque representa a forma como desfrutamos, uma vida suja e marota que nos dá moca.

Além da demo de 2010, já têm dois LP intercalados por um EP, tendo o álbum “Extinction” sido lançado em setembro. Como foi o processo de produção e como tem sido a reação das pessoas?

Um pouco duro; longo, mas intenso. Por termos um prazo definido para a conclusão tornou o processo mais tenso mas também mais divertido. Tudo o que aprendemos com isso tem realmente valido a pena. Em relação às reações das pessoas, isso tem sido a melhor parte – partilhar a nossa música e ter uma reação tão boa tem sido incrível. As pessoas dão tudo nos nossos espetáculos, parece que estão a transgredir a lei.

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