Diretamente da Catalunha, os Bellako apresentam um hardcore musculado e estreiam-se este sábado em Portugal. A propósito do concerto no Metalpoint (com In Vein e Outcast), estivémos à conversa com o vocalista Rober e o baixista Reno. Fica com a entrevista e aparece no evento!


Os Bellako começaram em 2010 na Catalunha e tocavam punk, certo? Contem-nos um pouco da vossa história, a evolução do vosso som e a origem do nome!

Claro. Começámos a tocar uma espécie de punk, mas as mudanças fizeram-se cedo, devido às nossas tendências metaleiras. Temos tentado evoluir a nossa sonoridade de acordo com a nossa atitude. Cada pequena mudança que fazemos são grandes passos. Em relação ao nome, escolhemos Bellako porque representa a forma como desfrutamos, uma vida suja e marota que nos dá moca.

Além da demo de 2010, já têm dois LP intercalados por um EP, tendo o álbum “Extinction” sido lançado em setembro. Como foi o processo de produção e como tem sido a reação das pessoas?

Um pouco duro; longo, mas intenso. Por termos um prazo definido para a conclusão tornou o processo mais tenso mas também mais divertido. Tudo o que aprendemos com isso tem realmente valido a pena. Em relação às reações das pessoas, isso tem sido a melhor parte – partilhar a nossa música e ter uma reação tão boa tem sido incrível. As pessoas dão tudo nos nossos espetáculos, parece que estão a transgredir a lei.

Recentemente, fizeram uma colaboração com os Crisix, a música THC. Contem-nos como se proporcionou esta parceria.

Nessa altura, andávamos a compor e fizemos uns riffs que soavam mais thrashy e punk, pelo que sentimos que estava na altura de chamar o Adria [CRIM] para a primeira parte da música e o Juli [Crisix] para aprimorar os últimos riffs. Foi uma ótima decisão!

Há uma forte presença de temas relacionados com cannabis nas vossas letras; é intencional, ou é uma parte tão natural das vossas vidas, que nem sentem que têm de evitar o assunto?

Seria difícil explicar melhor do que como foi dito na pergunta! Considera como uma apologia à planta-Mãe.

Qual é o vosso veneno preferido, em termos de álcool?

Cerveja, mas somos fãs de variedade. Bebemos de tudo.

Se fossem escolher o vosso top-5 das vossas músicas, qual seria?

Bom, é difícil, mas nesta altura seriam:
El Nieto;
Infected;
Manos Arriba;
Humo;
Finde en la Granja.

Alguns “guilty pleasures”, em termos de álbuns fora do espectro do metal?

[Risos] Claro, meu. Quem não tem? Por exemplo, às vezes ouvimos DrakeBackstreet Boys ou Justin Bieber na carrinha, e outros do género.

Onde vêem a banda daqui a cinco anos?
A incendiar o mundo. A viajar pelos continentes e a fumar todos os tipos de hemp.

O que pode esperar o público português para o espetáculo de sábado?
Violência em palco. Será a altura de sentir a música a bater.

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